Volto a escrever sobre o tempo . Tão precioso que não deve ser desperdiçado, dizem alguns. Pelo contrário, deve ser perseguido, dirão outros. Tão forte que pode até escravizar, mas pode ser também um grande mestre. Lembro-me dos contos da antiga catequese, onde um deles dizia que um menino foi perguntado sobre o que faria se soubesse que em pouco tempo iria morrer. E a resposta da meninada era: "Vou correr prá igreja para rezar". E a surpresa vinha quando o contador de histórias nos revelava a resposta edificante do menino: "Eu vou continuar brincando, fazendo o de sempre!" Para nosso espanto, como poderia agir assim? As histórias se repetem ou se complementam? A histórias retratam a vida ou a vida imita os contos? Em minha atual missão, vivo entre "meninos" que a cada dia contam o tempo de maneira diferente da nossa. Eles sabem que esse nosso tempo está se encurtando a cada dia, mas nem por isso deixam de fazer o de sempre! Vivem a tranquili...
Nas recordações as vezes nos deparamos com grandes novidades. ( Sigmun Niet Magiole)
ResponderExcluirAo olhar esta foto senti uma grande saudade do meu tempo de menina na minha cidade natal Muriaé,com estas casa a beira da rua de paralelepípedos,calçadas estreitas,tempo bom em que todos se conhecião,as crianças brincavam sem preocupaçoes maiores.Tempo bom em que eu aprendi a caminhar nas procissões rezando ladainhas com velas nas mãos vestida de anjo,hoje é apenas recordações de velhos e bons tempos que não voltam mais.
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