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Cores da vida

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Feira de flores em Belo Horizonte

Um sinal de fé!

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Os dias passam e corremos atrás do tempo, tempo para fazer, tempo para dialogar, tempo para contemplar. Já faz tempo que quero escrever, mas o tempo corre e leva a mente para tantas outras coisas do cotidiano. De fato há um tempo para tudo debaixo do céu. Inicio esse ano com uma pequena postagem. Um sinal de fé! Quando muitas coisas nos faltam, entre elas as palavras ou o próprio tempo, ainda nos resta a fé. A foto é de uma família no Santuário de Aparecida.

Distante...

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Muitas vezes a meta parece estar muito distante... Igreja no alto da Serra do Caraça/MG

Entardecer

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Juiz de Fora/MG, da janela lateral de meu quarto...

Ícaro

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Aos que não perderam a capacidade de sonhar...

Caminho das pedras

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Quem não conhece o mar , que me desculpe. Mas poucas coisas são tão relaxantes quanto caminhar a beira mar, ouvindo o ruído das ondas quebrando, o vento no rosto, o cheiro úmido, o gosto salgado, a maresia, a areia fina sob os pés. Escrevo isso longe do mar. Estou em Belo Horizonte , capital mineira. Escrevo isso como um gesto de saudade. Não sei se do mar, se das ondas, do vento ou da maresia. Talvez saudade da liberdade que tudo isso inspira. Mas o que é liberdade se não a capacidade de entregar-se? Quanto tempo levou para me aproximar do MIRANTE? Quanto tempo levou para olhar o que está a minha volta? Quanto tempo levou para cruzar a porta entreaberta e ser visto? Deve ter sido o tempo da liberdade ... o tempo da saudade! A liberdade de caminhar com dignidade sem nada dever. A liberdade de sonhar como se ninguém antes tivesse sonhado. A liberdade de dizer sim, mesmo achando que deveria dizer não. A saudade de um tempo inconseqüente , se é que isso existiu ...

Jeitinho brasileiro

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Na falta de chuva, temos que dar o nosso jeitinho brasileiro. Hoje fui regar o jardim. Aqui a chuva já não nos visita com generosidade por volta dos três meses. A secura toma conta de tudo, do ar, da terra, dos corpos, das mentes. É claro que diante disso uma porta se abre para o mirante. Na vida não parece ser diferente, há tempos de chuvas e de secas, de flores e de frutos, da abundância do verde e dos galhos secos. Na falta de chuva, tenho que dar o meu jeito... o que não posso é deixar morrer. A foto é de hoje cedo, um presente de frescor em tempos de secura.