Sempre. em epocas marcantes o Mirante nos envia os sinais.Obrigada por ser este homem tao integro e por ser um padre especial.Sempre sentimos sua falta, mesmo e até. Por isso, em ocasiões. Como essas.Albina
Quem não conhece o mar , que me desculpe. Mas poucas coisas são tão relaxantes quanto caminhar a beira mar, ouvindo o ruído das ondas quebrando, o vento no rosto, o cheiro úmido, o gosto salgado, a maresia, a areia fina sob os pés. Escrevo isso longe do mar. Estou em Belo Horizonte , capital mineira. Escrevo isso como um gesto de saudade. Não sei se do mar, se das ondas, do vento ou da maresia. Talvez saudade da liberdade que tudo isso inspira. Mas o que é liberdade se não a capacidade de entregar-se? Quanto tempo levou para me aproximar do MIRANTE? Quanto tempo levou para olhar o que está a minha volta? Quanto tempo levou para cruzar a porta entreaberta e ser visto? Deve ter sido o tempo da liberdade ... o tempo da saudade! A liberdade de caminhar com dignidade sem nada dever. A liberdade de sonhar como se ninguém antes tivesse sonhado. A liberdade de dizer sim, mesmo achando que deveria dizer não. A saudade de um tempo inconseqüente , se é que isso existiu ...
Depois de três dias buscando uma palavra, ou uma imagem para o mirante, venho conversar sobre o perdão. Nos meus primeiros meses de ministério, abri o Entre-Rios Jornal, da cidade de Três Rios/RJ e encontrei um artigo intitulado “Perdoar é esquecer”. Aquilo me incomodou tanto que escrevi uma resposta à redação. Essa resposta nunca foi publicada... Como na vida somos sempre confrontados com situações que nos levam a perdoar ou não, proponho essa conversa: O que primeiro me vem à mente é que a falta de perdão ou o ressentimento realmente paralisa as forças criativas da pessoa. A sensibilidade ferida constrói uma espécie de muro que impede a reconciliação. Outras vezes é o orgulho que faz pressão, agravando o mal recebido e acentuando o rancor. A postura dos que sofrem alguma agressão, traição ou ofensa é sempre de dor. Uma dor que se multiplica como uma febre após o ataque de um animal. Sente-se a dor da mordida e sente-se a febre depois do acontecido. No artigo que li em 2006 o autor a...
Os dias passam e corremos atrás do tempo, tempo para fazer, tempo para dialogar, tempo para contemplar. Já faz tempo que quero escrever, mas o tempo corre e leva a mente para tantas outras coisas do cotidiano. De fato há um tempo para tudo debaixo do céu. Inicio esse ano com uma pequena postagem. Um sinal de fé! Quando muitas coisas nos faltam, entre elas as palavras ou o próprio tempo, ainda nos resta a fé. A foto é de uma família no Santuário de Aparecida.
Sabemos que essa musica nao e Liturgica, mas nao resistimos a a colocamos como canto final na Missa. E o povo cantou...
ResponderExcluirInes
Essa música é linda! Senti saudades de vir aqui ler os seus escritos Padre! Muita Paz...Luz e Fé!
ResponderExcluirSempre. em epocas marcantes o Mirante nos envia os sinais.Obrigada por ser este homem tao integro e por ser um padre especial.Sempre sentimos sua falta, mesmo e até. Por isso, em ocasiões. Como essas.Albina
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