Caminho das pedras
Quem não conhece o mar , que me desculpe. Mas poucas coisas são tão relaxantes quanto caminhar a beira mar, ouvindo o ruído das ondas quebrando, o vento no rosto, o cheiro úmido, o gosto salgado, a maresia, a areia fina sob os pés. Escrevo isso longe do mar. Estou em Belo Horizonte , capital mineira. Escrevo isso como um gesto de saudade. Não sei se do mar, se das ondas, do vento ou da maresia. Talvez saudade da liberdade que tudo isso inspira. Mas o que é liberdade se não a capacidade de entregar-se? Quanto tempo levou para me aproximar do MIRANTE? Quanto tempo levou para olhar o que está a minha volta? Quanto tempo levou para cruzar a porta entreaberta e ser visto? Deve ter sido o tempo da liberdade ... o tempo da saudade! A liberdade de caminhar com dignidade sem nada dever. A liberdade de sonhar como se ninguém antes tivesse sonhado. A liberdade de dizer sim, mesmo achando que deveria dizer não. A saudade de um tempo inconseqüente , se é que isso existiu ...

Bom dia!!! Meu amigo Anselmo Ribeiro estou com saudades....um abraço
ResponderExcluirSempre escreve com simplicidade e alegria..mexe com nossa alma..boa semana para ti amigo. (Márcio Bitencourt)
Obrigada pela linda imagem, ou antes, visão, que vai povoar minha semana. Um abraço!
ResponderExcluirSeus textos são simples e ao mesmo tempo intensos,são tesouros de amor que vamos armazenando a cada página publicada.Obrigada por sua entrega a este Amor Maior.Obrigado por ainda me pastorear.
ResponderExcluirFica na paz.Uma santa Páscoa para o senhor.
Albina
Os textos e imagens estão perfeitos, um completando o outro e sempre nos mostrando coisas boa,simples e que muitas vezes deixamos escapar...Muito bom visitar seu site.......parabéns!!!
ResponderExcluirFELIZ PÁSCOA